Qual o impacto do valor do dólar na nossa rotina?

Nos últimos anos, um assunto não sai da boca dos brasileiros: o preço do dólar. E não é para menos, já que a moeda americana tem grande influência na economia do nosso país.

Influência do dólar no nosso dia a dia

Se engana quem acha que a alta ou baixa do dólar faz diferença apenas para quem viaja para fora do Brasil. Como o país utiliza matéria-prima importada em diversos setores da economia, a oscilação acaba impactando diretamente na nossa cadeia de produção. Ou seja, os custos são repassados para o consumidor final.

Mas não só isso. Com um dólar valorizado, muitas indústrias optam por exportar os produtos para obter uma maior margem de lucro. Com menos opções no mercado interno, seguindo a lei da oferta e demanda, os itens domésticos podem acabar subindo de preço.

Com equipamentos, máquinas e diversos componentes tecnológicos importados, o setor de alimentos também é impactado diretamente pela moeda americana. Em resumo, direta e indiretamente, nós comemos em dólar.

Como a moeda americana virou referência mundial

Para entendermos de forma básica como o dólar se tornou o “centro do mundo”, precisamos voltar algumas décadas no tempo. Durante e após a Segunda Grande Guerra Mundial, a influência americana sobre os outros países do globo cresceu de forma significativa. Antes deste período, utilizava-se o ouro como referência econômica mundial. Ou seja, as reservas financeiras de todos os países eram balizadas pelo ouro.

Devido aos conflitos mundiais, os economistas optaram por criar uma taxa de câmbio distinta, visando uma economia mais estável. Por conta da credibilidade e estabilidade oferecidas pelo Estados Unidos, o dólar acabaria substituindo o ouro como referência das reservas e transações dos países mundo afora.

O que provoca a queda ou alta do dólar?

Diversos fatores internos e externos motivam a oscilação da moeda americana quando comparada ao real. Entre elas, a primeira é a relação básica de oferta e demanda. Pode parecer complicado, mas em linhas gerais, se há muita procura pela moeda americana no Brasil, mas o montante no mercado está limitado, o dólar sobe. Por outro lado, a cotação diminui se houver muita oferta e uma busca reduzida.

Partindo deste princípio, a valorização ou desvalorização de uma moeda está relacionada a diversas variáveis e condições oferecidas pelos países em questão. Nessa equação, entram estabilidade política interna, taxas de juros, movimentações de moedas estrangeiras, situação da balança comercial, entre outros.

Para ilustrar esses exemplos, vamos citar, primeiramente, um cenário positivo para o real frente ao dólar. Neste caso, a moeda brasileira pode ser favorecida se: o país estiver em uma fase política e econômica estável; turismo estrangeiro aquecido (contribuindo para uma maior oferta da moeda estrangeira no mercado interno); taxas de juros internas altas (oportunidade para investidores); as exportações superam as importações; entre outros.

Por outro lado, o dólar é valorizado sempre que: as importações são maiores que as exportações (oferta da moeda americana diminui); os juros nos Estados Unidos sobem (favorecendo o investidor brasileiro no mercado americano); turismo no exterior estiver em alta (diminui a quantidade da moeda estrangeira disponível internamente); o Brasil sofre com instabilidades ou turbulências políticas; entre outros.

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