O que fazer para reduzir o impacto da inflação no bolso?

 

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no Brasil no período entre março de 2021 e 2022 foi de 11,3%. Conhecida popularmente como inflação, a taxa é calculada com base na lei de oferta e demanda, levando em consideração o aumento generalizado ou contínuo dos itens de consumo.

Sabe aquele chocolate que você costumava comprar por um valor no ano passado e que teve um reajuste no preço, por exemplo? Muitas vezes esse aumento pode estar relacionado diretamente à inflação. A alta do índice pode gerar inseguranças na economia, prejudicando o crescimento financeiro do país e impactando na qualidade de vida dos cidadãos. Em linhas gerais, o aumento da inflação tem impacto direto no nosso poder de compra. 

Com o objetivo de reduzir o impacto da inflação e contribuir para aquele alívio no bolso,  preparamos uma lista com quatro dicas especiais para você! Confira abaixo:

 

1) Pesquisar e comparar 

Compras por impulso tendem a satisfazer necessidades a curto prazo, mas em grande parte dos casos, acabam gerando dor de cabeça depois. A recomendação é sempre pesquisar e comparar de forma antecipada itens e preços. 

Além disso, também pode ser interessante tentar descobrir promoções em mercados antes de fazer as compras mensais. Alguns estabelecimentos organizam eventos como “dia da carne” ou “dia da verdura” na semana, abrindo margem para economias preciosas no orçamento. Ah, e para evitar “distrações” e exageros, leve sempre a sua lista de compras nestas ocasiões!

 

2) Experimente

Sabemos de cabeça o nome das marcas que costumamos comprar, mas muitas vezes ignoramos produtos com excelentes propostas e custo-benefício mais vantajoso. Essa pode ser uma ótima saída para itens que não são essenciais, mas que são comprados com certa frequência como ketchup e molhos, peças complementares do vestuário, entre outros.

Mas atenção: para evitar perder qualidade nessas pequenas trocas, é essencial pesquisar e comparar os produtos/serviços, como destacamos no início dessa lista!

 

3) Atenção com os gastos “fantasmas”

Muitas vezes cometemos o erro de ignorar os pequenos gastos quando planejamos o orçamento mensal. Sabe aquela gorjeta? O lanche rápido nas lanchonetes? A alimentação frequente via delivery? Muitas vezes despercebidas, essas pequenas despesas acabam influenciando consideravelmente no nosso poder de compra.

Uma boa saída pode ser colocar no papel o quanto pode ser gasto por mês ou por semana com esses pequenos agrados. Dessa forma, esse custo fixo se torna mais previsível e fácil de ser controlado. Com um pouco de disciplina e planejamento, se tornará natural saber se “aquela” cervejinha no fim de tarde irá comprometer a sua renda ou não no fim do mês.

 

4) Negocie contratos e formas de pagamento

No mundo dos negócios, comunicação é tudo e barganhar faz parte. Isso vale tanto para os contratos dos prestadores de serviço da sua empresa quanto para o frigorífico do bairro. Mas é importante ser transparente com os negociadores e explicar, por exemplo, ao proprietário do seu apartamento o porquê de manter o aluguel no mesmo preço e as vantagens (bom relacionamento, pagamento em dias, etc) que ele pode obter com o acordo.

Além disso, negociar a forma de pagamento também pode trazer vantagens financeiras e evitar o uso descontrolado do cartão de crédito. A depender da situação, o pagamento à vista, por mais que seja “dolorido”, pode evitar uma dor de cabeça ainda maior no futuro. 

 

 

Esperamos que as nossas dicas tenham sido valiosas para você e para o seu negócio! 

Caso queira saber mais sobre esse e outros assuntos, contate a equipe da CuboPay e venha somar os melhores resultados conosco!

 

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